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22 de Outubro, 2021

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Covid-19: Favelas do Rio lideram casos durante avanço da variante delta

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RIO DE JANEIRO, BRAZIL â SEPTEMBER 04: Officials perform sanitation in Favela Dona Marta, south of the city, on September 04, 2021 in Rio de Janeiro, Brazil. The country accounts for 582,753 deaths and 20,854,471 cases of coronaviruses, according to a balance sheet by the press consortium with data from the Health Departments. In poor communities and favelas in Rio de Janeiro over Covid-19, the pandemic affects more significantly the poorest areas of the city, with less state infrastructure. (Photo by Fabio Teixeira/Anadolu Agency via Getty Images)

Vigilância Sanitária na favela Dona Marta, no Rio de Janeiro (Photo by Fabio Teixeira/Anadolu Agency via Getty Images)

  • Favelas do RJ foram os locais que concentraram mais casos de covid durante avanço da variante delta

  • Segundo levantamento, 17 dos 20 endereços com mais registros de junho a setembro ficam em favelas

  • Dados da Fiocruz mostram que as favelas do RJ tiveram ao menos 20,5% de todos os óbitos na cidade

As favelas do Rio de Janeiro foram os locais que concentraram mais casos de covid-19 durante o avanço da variante delta na cidade, de acordo com dados da SMS (Secretaria Municipal de Saúde) publicados pelo portal UOL.

Conforme casos confirmados por CEP (Código de Endereçamento Postal), 17 dos 20 endereços com mais registros da doença entre junho e setembro (período em que a nova cepa do coronavírus chegou ao Rio e se tornou hegemônica) ficam em favelas.

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A via com mais casos é a rua do Amparo, em Rio das Pedras, com 787 registros. Dos dez endereços com mais diagnósticos, somente três deles (Pedra de Guaratiba, na zona oeste, e trechos da rua do Jardim Botânico, na zona sul) não têm comunidades.

Dados compilados pelo Painel Unificador Covid-19 nas Favelas, mantido pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), mostram que as comunidades cariocas já tiveram ao menos 7.057 mortes (20,5% de todos os óbitos na cidade) e 102.338 casos confirmados do novo coronavírus desde o início da pandemia (21,1% em relação ao total de registros na capital).

De acordo com Renata Gracie, pesquisadora do Icict (Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde)/Fiocruz e uma das responsáveis pelo projeto, a exposição no transporte público é um dos principais fatores de contaminação dos moradores de favela.

“Muitas pessoas que residem nas áreas de favela têm que trabalhar de maneira presencial. E elas não vão de carro ou de Uber, vão de trem, metrô ou ônibus. Com a pandemia, os serviços de transporte não ficaram vazios, porque diminuíram o número de viagens. Esse fator acaba impulsionando mais a disseminação mais constante do vírus”, pontuou ao portal UOL.

Até a última sexta-feira (8), a cidade do Rio tinha 85,7% da população com 12 anos ou mais com uma dose de vacina, e 57,6% com duas doses ou dose única.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/covid-19-favelas-do-rio-lideram-casos-durante-avanco-da-variante-delta-150110546.html

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