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11 de Agosto, 2022

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Euro feminino: Portugal tem nova oportunidade para fazer melhor

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Portugal quer “fazer melhor” na sua segunda participação num Europeu de futebol feminino, numa edição, em Inglaterra, em que entra depois de ser ‘repescado’, face à...

A começar de a qualificação, que fechou em abril de 2021, bem mudou: adiante, a pandemia de covid-19 ‘obrigou’ ao protelação da temporada final da competição para leste ano, e, após, a incursão da Ucrânia levou à limitação da Rússia da temporada final.

No Europeu, que decorrerá entre 06 e 31 de julho, Portugal ocupa a ‘onda’ russa no bando C, no qual terá uma vez que adversárias a Suécia, vice-líder do ‘ranking’ mundial, os Países Baixos, quartos e campeões em epígrafe, e a Suíça (20.ª).

Uno bando, tal uma vez que em 2017, nos Países Baixos, em que a equipa das ‘quinas’, 30.ª do ‘ranking’, aparece, teoricamente, na ‘rabo’, contudo uma maior madurez competitiva e novas soluções na equipa, podem apresentar melhores resultados.

Entre as 27 jogadoras que estiveram no apuramento, até abril de 2021, o selecionador Francisco Neto manteve quase todas, numa arrolamento em que saíram a ‘capitã’ Cláudia Neto, que se retirou da seleção, Mónica Mendes, Ana Capeta, Ana Dias e Ana Leite.

Em contrapartida, entre as 23 escolhidas para a temporada final, o treinador promoveu as entradas de Rute Costa, que esteve no Europeu de 2017 e entra uma vez que terceira guarda-redes, e optou, à última hora, pela lateral Lúcia Alves, chamada para cambiar a lesionada Mariana Azevedo.

No bando ‘inquilino’ a extenso alteração protagonizada por Francisco Neto está, todavia, na alteração entre as escolhas feitas na equipa durante o apuramento para o Europeu e as mais recentes, já em contextura de qualificação para o Mundial2023.

O aprendizagem nos Estados Unidos, em junho de 2021, com jogos com as campeãs mundiais norte-americanas (itinerário por 1-0) e a Nigéria (empate a 3-3) introduziu mudanças importantes, com Francisco Neto a experimentar novas soluções, que ‘transformam’ a atual equipa em um pouco desfigurado daquela que maioritariamente disputou a qualificação europeia.

A começar de então com as entradas das defesas Diana Gomes (mediano) e Catarina Querido (lateral dextra), da média Andreia Jacinto, uma qualidade de ‘herdeira’ de Cláudia Neto, ou da irreverente e promissora Francisca ‘Kika’ Nazareth, que passaram a ser apostas regulares.

Do centro áspero continuam a efectuar parcela as centrais Carole Costa e Sílvia Rebelo, esta em afectado afluência com Diana Gomes, a polivalente Ana Borges – actualmente na sua acomodação mais congénito, no derradeiro terço -, as médias Dolores Silva e Tatiana Pinto, ou, ainda, Jéssica e Diana Silva.

Em Inglaterra, Portugal sabe que precisa de encetar apoiado, no jogo de início com a Suíça (09 de julho), com uma orquestra diminuta para o incorrecção, tendo em operação que as dificuldades tendem a alongar nos dois últimos jogos.

Com todos os jogos da temporada de grupos em Leigh, na extenso Manchester, a equipa defronta na segunda marcha os Países Baixos (13 de julho), as campeãs em epígrafe e vice-campeãs mundiais, num jogo de elevadíssima complexidade, antes de recente ‘teste de incêndio’.

Na terceira e última marcha, em 17 de julho, Portugal encontra a vice-líder mundial Suécia, rival que até já venceu nos últimos anos, na Algarve Cup de 2019 (2-1), num jogo em que as nórdicas ficaram reduzidas a 10, aos 42 minutos.

Em todos os adversários, a equipa lusa vai haver pela dianteira jogadoras bem experientes, mesmo defronte da Suíça, da qual fazem parcela as médias Ana-Maria Crnogorcevic (FC Barcelona), Noelle Maritz e Fezes Wälti (Arsenal) ou a avançada Ramona Bachmann (Paris Saint-Germain).

Nos Países Baixos, a melhor jogadora de 2017, a avançada Lieke Martens (FC Barcelona), continua a ser uma menção, contudo igualmente San van Veenendaal, a melhor guarda-redes do Mundial2019, ou Viviane Miedema, atacador do Arsenal, ainda que a extenso ‘baixa’ esteja na equipa técnica.

A campeã europeia e vice-campeã mundial em epígrafe jamais conseguiu apanhar a selecionadora Sarina Wiegman, eleita em 2020 e 2017 e novamente candidata a melhor do globo em femininos, que é a atual líder da seleção de Inglaterra.

Na Suécia, as atenções viram-se para a veterana Caroline Seger (Rosengard), que, aos 37 anos, é a jogadora mais internacional de continuamente, com 229 jogos pela equipa nórdica e 13 participações em fases finais de grandes competições.

No bando, o selecionador Peter Gerhardsson, que substituiu Lavabo Sundhage depois o Euro2017, operação com singular bondoso naipe de futebolistas, em que se destacam a mediano Magdalena Eriksson, ‘capitã’ do Chelsea e considerada uma das melhores do globo na acomodação, embora igualmente seja utilizada no renque digno da resguardo, e a avançada Fridolina Rolfo, atacador do vice-campeão europeu FC Barcelona.

Manancial: https://www.futebol365.pt/item/282965-euro-feminino-portugal-tem-nova-oportunidade-para-fazer-melhor/

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