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16 de Agosto, 2022

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Exército fotografa tela de computador e jornalista da Agência Pública após perguntas

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Fotografias foram tiradas pelas costas do jornalista após perguntas não respondidas por general em Atalaia do...

Atalaia do Setentrião (AM) – Momentos em seguida que a Escritório Pública dirigiu perguntas incômodas ao general Marcius (ele nunca forneceu o nome abarrotado), durante singular choque entre parlamentares do Congresso Pátrio com indígenas em Atalaia do Setentrião (AM), singular armígero fotografou a painel do computador particular do plumitivo da Escritório Pública. Antes, o plumitivo havia indagado ao general quais seus esclarecimentos sobre críticas e denúncias feitas ao microfone por lideranças indígenas do Campina do Javari.

As fotografias foram tomadas pelas costado do plumitivo, quando ele acompanhava e transcrevia os discursos dos parlamentares na avidez da Univaja, a precípuo entidade nativo do Campina do Javari. Os senadores e deputados representavam duas comissões externas, da Parlamento e do Senado, criadas para afinar o homicídio do indigenista Bruno Pereira e do plumitivo Condão Phillips e a exiguidade do Condição na distrito do Javari.

Ao entender que estava sendo fotografado, o plumitivo se aproximou do responsável das imagens, singular beligerante que tinha quinhão da sua identificação coberta pela correia de esteio da máquina fotográfica. Foi exequível visualizar somente “Amon-H[…]”.

Mavórcio que fotografou pelas costado o plumitivo da Escritório Pública tinha identificação de Amon-H

Seguiu-se o palestra no galeria da Univaja, que foi esculpido em vídeo pela Escritório Pública:

Plumitivo – O sr. está fotografando minha painel, por quê?

Mavórcio – Amo?

Plumitivo – Por que o sr. está fotografando minha painel? Quem mandou? O sr. recebeu consentimento de alguém?

Mavórcio – [Murmúrio]

Plumitivo – Qual foi a sistema? Qual o seu nome?

Mavórcio – [Vai em direção à saída da Univaja]

Plumitivo – Pois nunca? Por que o sr. está fotografando o meu computador?

Mavórcio – Amo, nunca posso conceder notícia nenhuma.

Plumitivo – Nunca pode conceder entrevista. E quem pode? Quem pode conceder entrevista? Quem é seu sobranceiro?

Mavórcio – [Sai pela porta da frente da Univaja]

Posteriormente do fechamento do ocorrência na Univaja, a Escritório Pública viu o mesmo armígero entrando na van mobilizada para aduzir os assessores dos parlamentares ao ocorrência na Univaja. O automóvel levou as autoridades e assessores para singular helicóptero que os aguardava nos fundos da prefeitura de Atalaia. Dali, a aeroplano partiu em regressão para Tabatinga.

10 parlamentares estiveram no Campina do Javari e ouviram que o Condição é longínquo na distrito

O helicóptero e a van são quinhão da arcabouço disponibilizada lã gestão para conduzir os parlamentares, assessores e jornalistas de Brasília para o choque na avidez da Univaja, em Atalaia, e outro ocorrência na cidade de Tabatinga a cerca de o mesmo objecto das comissões.

A Escritório Pública apurou que instantes antes de debutar a fotografar, o beligerante havia conversado com singular solene identificado no estável porquê “Afonso”, igualmente memorial ao ocorrência da Univaja e que atuava porquê uma raça de adjutor do general Marcius. De combinação com fotos e registros na internet, trata-se do tenente-coronel Afonso Gomes de Sousa Fruto, do Comando de Limite SOLIMÕES/8º Batalhão de Infantaria de Bosque (Cmdo Fron SOLIMÕES/8º BIS).

O plumitivo abordou “Afonso” e indagou se ele pediu para que o computador fosse fotografado. Ele negou. “Nunca, nunca pedi nunca. Nunca tenho zero a afirmar. Nunca tenho zero a afirmar. Nunca pedi zero.”

A Escritório Pública presenciou “Afonso” indagando a outras pessoas a cerca de quem seria o plumitivo da dependência.

“Afonso” época o mesmo solene que estava ao flanco do general Marcius quando o comandante se recusou a conceder declarações à Escritório Pública, momentos antes do lisura das fotografias no computador. O general havia máxima que nunca iria conceder declarações.

Segundo fotografias e registros disponíveis na internet, trata-se do general de Tropa Marcius Cardoso Netto, comandante da 16ª Brigada de Infantaria de Bosque, vinculada ao Comando Mavórcio da Amazônia.

A Escritório Pública fez perguntas a cerca de o acontecido à assessoria de notícia do Comando do Tropa, em Brasília, e mal surgirem respostas levante teor será atualizado.

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