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27 de Outubro, 2021

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Liderança de Guterres na ONU foi afetada pela «desglobalização» – Especialistas

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A liderança de António Guterres como secretário-geral da ONU teve menos força nos primeiros anos, mas foi visível nos entendimentos multilaterais que continuaram a existir num...

A liderança de António Guterres uma vez que secretário-geral da ONU teve menos robustez nos primeiros anos, todavia foi perceptível nos entendimentos multilaterais que continuaram a subsistir num fase de “desglobalização”, sustentam especialistas em relações internacionais à filial Lusa.

O lusitano António Guterres foi designado há cinco anos para ser encarregado da Organismo das Nações Unidas, e recentemente reeleito, uma organismo com 193 Estados-membros que trabalha para advogar a tranquilidade e firmeza no globo.

A 05 de outubro de 2016, o Parecer de Firmeza chegou a concordância a respeito de o nome a insinuar à Agremiação Generalidade da ONU para secretário-geral, com 13 votos em prol de António Guterres e duas abstenções.

No dia seguinte, a juízo do Parecer de Firmeza seguiu para a Agremiação dos 193 Estados-membros, que a 13 de outubro anunciou António Guterres uma vez que secretário-geral por saudação.

A liderança de António Guterres é “insigne”, segundo Kelly-Kate Pease, uma perito focada em estudo da governo de crises pelas Nações Unidas e professora na Webster University, em St. Louis, Missouri.

Para Kelly-Kate Pease, as crises globais estão em aceleração e têm-se tornado cada turno mais complicadas, devido a singular método de “desglobalização” – cada nação a tentar proteger-se de feitio interna e separada do exterior, “que é exatamente a coisa errada a executar” e bravo inverso ao multilateralismo que é abroquelado pela organismo.

“A robustez de António Guterres é ser apto de comerciar entre os diversos constituintes” da ONU e de executar as conversações avançarem “sem abstrair” os principais intervenientes, numa “diplomacia silenciosa”, acrescenta Pease, autora de vários livros a respeito de relações internacionais e co-autora de singular calhamaço a respeito de as Nações Unidas.

“Ele é bem humano a aguentar a ONU no núcleo, mesmo quando os Estados se afastam”, sublinha a docente universitária.

Maria Ivanova, diretora do Meio de Governação e Sustentabilidade da University of Massachusetts, em Boston, declara-se “inspirada” com o relatório do secretário-geral intitulado “Our Common Agenda” (“A Nossa Agenda Vulgar”), apresentado em 10 de setembro derradeiro, onde se vê “singular secretário-geral bem modificado” dos últimos cinco anos.

Segundo a diretora do programa de pós-graduação em Governação Global e Firmeza Humana na Universidade de Massachusetts, ao inverso do que se viu no avante procuração, António Guterres está presentemente a “pronunciar uma vasto devaneio, de ciência e solidariedade”.

“Eu jamais tinha assistido isso nos últimos anos ser expresso de feitio em tal grau magníloquo, articulada e persuasivo”, considera Maria Ivanova à filial Lusa, explicando que “o secretário-geral está na arranjo de possuir o domínio a respeito de a oratória”.

“Esperamos continuamente que o secretário-geral assuma uma arranjo ética, que seja o vasto líder com vasto devaneio e oratória que inspira as pessoas”, descreve, Maria Ivanova acrescentando que Guterres estava “mais focado no aspeto perito das Nações Unidas” para se inserir no humano funcionamento e na renovação da organismo.

Para a perito dedicada ao análise da governação global e políticas ambientais, singular dos pontos mais importantes da “Nossa Agenda Vulgar” é que Guterres “diz explicitamente que se vai comprometer em restaurar singular recomendação científico consultivo” – singular recomendação da ONU que Maria Ivanova integrou durante o procuração do ascendente secretário-geral, Ban Ki-moon.

A professora, que conduz singular projeto da Universidade de Massachusetts para “reimaginar o multilateralismo”, elogia o atual secretário-geral lã compromisso com a paridade de género e por prosseguir a advogar a agenda ambiental e o crescimento sustentável quando a pandemia de covid-19 colocou o globo em represado.

Thomas Weiss, que faz fracção da campanha de assembleia social “1 for 7 Billion” e entrevistou em Novidade Iorque alguns dos candidatos a secretário-geral da ONU em 2016 em dianteira ao público, confessa à Lusa possuir tido uma “desmesurado taboca” com os primeiros anos de António Guterres primeiro da ONU.

Na profundidade das eleições para secretário-geral, há cinco anos, Guterres, ascendente Sobranceiro Comissário da ONU para os Refugiados, idade “de distanciado, o melhor candidato” na devaneio de Thomas Weiss, responsável de 10 livros e comparte de outros 40 livros, perito em mediação humanitária e no análise das Nações Unidas.

“Em seguida, eu jamais fiquei bem comovido”, acrescenta Thomas Weiss, porque Guterres jamais tem completo singular costume do “bully pulpit” (púlpito da intimidação), singular concepção de governação global que confere a poder, o domínio e a plataforma para manifestar as verdadeiras opiniões e ser orelha e apreciado.

Na crítica do orientador da City University of New York, Guterres jamais tem usado o domínio para invocar à graciosidade, “entravar” e provocar publicamente os Estados-membros que agem contra a função da ONU.

“Creio que a começar de 2017, o seu essencial objetivo idade a reeleição em 2021. Eu esperava que ele saísse do tema de abalada bem antes e que irritasse bem mais pessoas”, declara Thomas Weiss, dizendo que António Guterres se devia manifestar mais livremente contra “o actuação dos países”.

Responsável do calhamaço divulgado em 2018 “Would the World Be Better without the UN?” (“Será que o globo seria melhor sem a ONU?”, em versão vago), Thomas Weiss sublina, nas declarações à filial Lusa que “definitivamente, sem a ONU, o globo jamais seria humano”, sem a bulha conjunta para lutar a bexiga [doença declarada erradicada em 1980] ou sem esforços de “recolha de dados” e perquirição em países subdesenvolvidos ou sem a assistência humanitária para as pessoas em zonas de batalha ou de desastres.

Porém, ao mesmo fase, “o globo poderia ser bem melhor com singular melhor secretariado da ONU, com pessoas mais corajosas e competentes, ao fileira de Estados-membros que realmente respeitassem as leis internacionais”, afirma Thomas Weiss.

Manadeira: https://www.futebol365.pt/cláusula/268697-lideranca-de-guterres-na-onu-foi-afetada-pela-desglobalizacao-especialistas/

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