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30 de Junho, 2022

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Quando a fábrica é mais que um emprego

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Uma ligação sentimental. É assim que os empregados definem sua relação com a empresa Dielmar, em Alcains, insolvente desde Agosto. Muitos dessas pessoas passaram a maior...

Uma adjecção compadecido. É mal os empregados definem sua rol com a empresa Dielmar, em Alcains, insolvente a começar de Agosto. Muitos dessas pessoas passaram a maior parcela das suas vidas detrás das máquinas da fábrica têxtil e actualmente esperam uma resolução propício para continuarem os seus negócios. Na escancha terça-feira, 26 de Outubro, a Corporação de Credores definiu que haverá uma novidade associação na próxima quarta-feira, 10 de Novembro, para se resolver pela venda ou nunca da empresa.  “Actualmente que estou em mansão, a saudade chega. Saudade dos amigos, do envolvente de afã”, explica a modista Otília Bemposta, 51 anos, há 37 na empresa.

Otília e a amiga Célia Lourenço, 50 anos e igualmente com 37 anos de “mansão”, eram inseparáveis na risco de fabrico. E continuam inseparáveis na pugna pela recobro dos seus empregos. “Tivemos bons e maus momentos incluído da empresa. Contudo espero retornar a trabucar acolá”, admite Célia. “Até actualmente ninguém nos deve zero. Contudo em Outubro nunca temos caução de mais zero. Queremos retornar”, completa Otília.

As amigas residem em Alcains, têm muita ensaio na superfície de costura, todavia ainda nunca pensam em catar afã noutro local. Avante, porque há uma rol compadecido com a Dielmar e irão aguardar até o derradeiro segundo uma definição a respeito de o horizonte da empresa. Segundo, porque consideram que a reentrada no mercado de afã será árduo, assistido que algumas empresas preferem pessoas mais jovens. “Vamos aguardar. Tenho ainda o fundo desemprego, todavia nunca sei o que farei”, diz Célia.

Quando é singular par que está em princípio

O drama aumenta quando envolve a casta. Estão em ascendentes dificuldades os casais que trabalhavam incluído da Dielmar. Nesse facto, todo o metódico do confederado familiar pode ser comprometido.  “A condição é árduo. Actualmente eu e o meu esposo estamos sem tarefa nenhum” lamenta Silvina Amado, 60 anos.  É o mesmo facto do funcionário mais antepassado da Dielmar, José Alécio Santos, 62 anos de estação e 45 de empresa. “Trabalhava com a minha esposa. Ela está na fábrica há 41 anos. Actualmente, estamos à espera de uma resolução”, explica.

José Alécio Santos passou por praticamente todas as fases difíceis da Dielmar. Lembra que nos anos 80 a empresa quase fechou as portas. Foi salva quando passou a executar fardas para o Gestão. Isso ajudou na recobro e na superação da crise. Actualmente, muitos apontam a pandemia uma vez que a causadora da insolvência da empresa, embora outros digam que o problema foi outro. “Foi má administração. A pandemia pode haver auxiliado”, refere Santos, que quadra motorista da empresa e fazia entregas de estabelecimento a estabelecimento. “Num ano cheguei a ultimar singular totalidade de 40 milénio quilómetros de romagem”, relembra.

“A começar de actualmente tudo é controverso”

É árduo achar singular funcionário que tenha pouco fase de mansão. A extenso maioria passa dos 15 anos de adjecção à confecção sediada em Alcains. A modista Cristina Maria Rolo Patrocínio, 53 anos, tem 18 de Dielmar e mostra-se receosa com o horizonte. Cálculo que salário a foro de 300 euros, tem as contas fixas de chuva, vontade eléctrica, gás e internet, e nunca sabe o que executar a fugir deste mês. “Recebemos Agosto e Setembro, todavia desde actualmente é tudo controverso”, reconhece, na companhia da filha Vânia, de 20 anos, igualmente desempregada.

Moradora em Fortaleza Mira, Cristina costumava adoptar o meio público para se trasladar até a empresa. Nos últimos tempos ia de boleia, com uma amiga. Tudo para amealhar os recursos. Actualmente, nunca sabe bravo o que vai executar. “Jamais tenho esposo, o meu rebento e a minha filha estão desempregados. Jamais será fácil”, diz. A operária ainda reclama da ausência de mobilização dos funcionários da empresa. “Temos mais de 200 empregados, todavia nunca aparecem nem centena quando fazemos qualquer contestação. A maioria nunca quer participar”, reclama.

Com 36 anos de empresa, a modista Rosa Montanha, 53 anos, está na mesma condição. Inquilino em Alcains, pretende catar outro tarefa se a Dielmar nunca for recuperada. Contudo sabe que será uma trabalho árduo. Por rumo, o esposo trabalha e está em arrumação de pré-reforma, o que dá uma certa equilíbrio na bibiografia financeira do par, que tem singular rebento. “Contudo exacto prosseguir a trabucar para abarbar a reestruturação. Ainda estou à espera de uma boa sentença, para prosseguir na Dielmar. É a nossa segunda mansão”, finaliza.

Uma empresa que nasceu de uma grémio entre alfaiates

A Agremiação Industrial de Confecções Dielmar abriu suas portas a 12 de Maio de 1965, em Alcains. O nome veio das iniciais dos quatro alfaiates fundadores: José dos Reis Dias, Hélder Rafael, Mateus Mendes e Ramiro Rafael.  A empresa começou com 30 funcionários e, aos poucos, foi crescendo até se revir uma das ascendentes do ramalho têxtil em Portugal.

Nos melhores tempos, a Dielmar vendia nunca somente para o mercado interior, todavia igualmente para outros países. Chegou a exportar perto de 50 por cento de sua fabrico e haver perto de 500 funcionários. Igualmente partiu para desviar suas próprias lojas, em 2001, desde Lisboa, todavia que se espalharam por Portugal e igualmente para o ádvena. A empresa quadra conhecida por vender produtos de subida jeito para homens, a fugir do craveira de requisito dos alfaiates fundadores.

A Dielmar enfrentou muitas crises ao extenso de sua conto, todavia continuamente sobreviveu a todas elas. A afluência de tecidos exportados, a pandemia e o diminuição do sector foram factores determinantes para sua insolvência, em 2021.

Nos últimos anos, o Situação injectou na Dielmar murado de 8 milhões de euros. A empresa de Alcains está paragem a começar de finais de Julho e tem sido o Ministério do Afã e Firmeza Civil, através do Programa Amparo À Retoma, quem tem situação a testificar o pagamento dos salários aos murado de 250 trabalhadores.

Teor atestado na edição papel do NC.

Rosa Montanha, 53 anos, pretende catar outro tarefa se a Dielmar nunca for recuperada

A modista Cristina Patrocínio, 53 anos, com a filha Vania: receio com o desenlace da empresa

José Alécio Santos, 62 anos e 45 de empresa (à esquerda na foto) trabalhava na empresa com a esposa

Otília Bemposta, 51 anos, 37 de empresa (ao núcleo na foto), com as amigas Célia Lourenço e Silvina Amado

Manancial: https://noticiasdacovilha.pt/quando-a-fabrica-e-mais-que-um-emprego/

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