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9 de Maio, 2021

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Quando a pandemia é só mais uma luta que se trava

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Curva, e contracurva, qual serpente que acompanha o rio Zêzere. É assim a viagem para São Jorge da Beira, para quem vai desde o Ourondo. Uma...

Curva, e contracurva, qual cobra que acompanha o rio Zêzere. É assim a romaria para São Jorge da Extremidade, para quem vai a começar de o Ourondo. Uma normalidade árduo a que as gentes locais já se habituaram, do mesmo laia que, no derradeiro ano, se acostumaram a novas regras, novos hábitos e novas rotinas, cara à pandemia. Que é uma recontro, tal porquê já o são a trilho ou a fraca rede de transportes públicos.

“Nós já estamos isolados que chegue. Se conseguiu encruzar na trilho, teve orientação. Andamos continuamente a travar lutas” afirma Fernando Domingues, 62 anos, “nato e pajem em Cebola”, nome lã qual São Jorge da Extremidade idade famoso. Leste popular é único dos muitos que, numa quinta-feira de manhã, encontramos à porta do colocado clínico de uma das duas mercearias da povoação. Diz que a pandemia é único padecimento, porém que por lá há outras “malinas”.  “Há pouco temporada, tivemos que atacar para nunca desistir transpor o autocarro, o que vai para a Covilhã. Uma autêntica queda. O amo presidente da Tertúlia sabe aqui vir é a buscar os votos, porém em Outubro, quando aqui vier, já fazemos contas” promete. Fernando sabe que na sua terreno “exiguidade muita coisa”, sobretudo “crescimento.” E dá exactamente porquê exemplo a saúde. “Temos clínico uma turno por semana, porém é exacto solevar cedo para compreender uma das seis consultas que há. Isto nunca é zero” critica.

Mais adiante, a dona Alda, que igualmente ela se dirige ao colocado clínico, diz que é “bem trabalhoso” existir confinado, apesar de em São Jorge da Extremidade, lã que soube, isolado haver havido dois casos positivos de covid-19, “de pessoas que estavam além de”. Para ela, “cá faz exiguidade tudo. Conviver. Tenho a minha mãe, com desatino, em morada, antes podia vir até à rua, e presentemente nunca pode. E no acontecimento dela, quanto mais fechada em morada está, pior é” exemplifica.  “Cá, a alteração é haver os cafés fechados, que igualmente fazem exiguidade, pois ajudavam-nos a conviver uns com os outros” frisa. Alda acrescenta mesmo que “faz de operação que estamos presos nas nossas casas. Pensávamos que estávamos padecimento, porém presentemente ainda estamos pior. O ímpar apoiado disto tudo é que nunca há casos.”

(Reportagem completa na edição papel)

Manadeira: https://noticiasdacovilha.pt/quando-a-pandemia-e-so-mais-uma-luta-que-se-trava/

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