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27 de Outubro, 2021

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“Temos Pelourinho a mais e freguesias a menos”

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Quais os motivos que o levaram a aceitar esta candidatura à Câmara? Primeiro, o convite. Pensei, reflecti e aceitei, basicamente, por duas razões. Porque esta é...

Quais os motivos que o levaram a admitir esta candidatura à Reunião?

Avante, o invitação. Pensei, reflecti e aceitei, basicamente, por duas razões. Porque esta é a minha terreno, estas são as minhas gentes. E porque conheço os problemas e sinto que posso contribuir para único concelho melhor. Assim sendo, tinha a dever e obrigação de obsequiar o meu contributo no sítio em que ele pode ser mais eficiente, que é na Reunião da Covilhã, se eventualmente for sentença da população que eu tenha responsabilidades executivas.

Diz que conhece os problemas. Quais são os principais no concelho?

A Covilhã tem problemas macro, comuns a todo o Interno. Oriente últimos Censos vieram, mais uma turno, aprovar a abatimento demográfica a que todo o Interno está adstrito, há muitos anos, muitas décadas, sendo principalmente preocupante o facto da Covilhã, que perde 10,3 por cento da população, mais de cinco milénio pessoas. E por duas vias: velo saldo inato, mais óbitos que nascimentos, e igualmente no saldo reunido migratório. Continua a trespassar população activa, gente que trabalha. E por aí, é duplamente preocupante. Acolá do problema do despovoamento, que jamais está nas mãos do município determinar isso, que é consequência de políticas centralistas de acumulação de investimentos, meios, opulência. Sucessivos governos têm utilizado o Interno para receber fundos comunitários, porém após o espesso do investimento tem ido para o Praia.

E que pode realizar uma autonomia para coadjuvar a inverter isso?

Obviamente que uma autonomia, velo menos aquilo que jamais deve realizar é contribuir para sublinhar os aspectos mais negativos dessa política concentracionária do mando mediano. Deve conceber condições e testilhar sem sota para induzir e assentar população através da geração de aplicação. Através da estância condigna, com a resguardo dos trabalhos públicos essenciais, uma vez que a saúde, o educação, a equidade, a mobilidade. São condições fundamentais para assentar gente. Sem isso, jamais há giro a obsequiar. E após possuir uma atitude reivindicativa diante de o mando mediano.

“Nunca somos capazes de inverter a agravo de população”

E isso jamais tem ocorrido?

Nunca tem ocorrido. E por isso o que se verifica é que a Covilhã acaba por desmerecer mais população. E estamos a conversar de uma cidade que tem uma universidade, único meio hospitalar, uma suporte económica produtiva principal, uma indústria transformadora que ainda emprega uma população bem significativa. Se jamais fosse isto, seria ainda apoiado pior, jamais tenho incerteza. Contudo a interrogação tem que ser colocada ao adverso: porque é que tendo isto tudo jamais somos capazes de inverter a agravo de população. Lã menos, ocultar isso. Perdemos população, perdemos eleitores, perdemos peso político e isso, obviamente, prejudica o território, o concelho. Que igualmente sente esta polícia centralista, porque o espesso dos meios é centralizado na cidade.

As freguesias têm sido esquecidas?

Temos Pelourinho a mais e freguesias a menos. Por fim, presentemente há as obras de última hora… Contudo o que mais temos de incisivo é que a gente ouve na rua, por quinhão da população, que devia possuir eleições todos os anos. Isso jamais é único panegíricio, antes velo adverso, é uma apreciação largo das populações aos eleitos e a quem tem dever de reger os destinos do concelho. As pessoas jamais podem ser tratadas uma vez que idiotas, nem uma vez que cidadãos de segunda ou terceira categoria. Isso jamais pode suceder. A Reunião tem a dever maior de mirar para o concelho uma vez que único todo, e isso jamais acontece. Ainda existem demasiadas desigualdades e assimetrias socio-espaciais.

Acolá disso, que problemas mais identifica?

Precisamos de assentar as qualificações que a cidade produz. Temos uma universidade, e a permeabilidade entre ela e a cidade, mando político, tem que ser maior, mais dinâmica, manente. Há único outro candidato que diz que vai conceber único edil para a UBI. Eu acho que essa jurisdição tem que estar centrada no presidente da Reunião. Ele é que deve assumir isso, essa adjecção com a UBI.

Nunca tem ocorrido essa adjecção?

Tem ocorrido, porém a intuição que tenho é que a interligação jamais existe. Há exclusivamente uns fogachos.

“Há banda para descer valimento da chuva e limpeza”

E que mais problemas identifica?

O dispêndio de bibiografia imputado à população. Temos o segundo IMI mais dispendioso do região. Consequências do PAEL? Pois certamente. Consequência de decisões erradas. O IMI presentemente tem vindo a descer, porém na nossa perspectiva ainda tem banda para mais. Contudo é uma estudo que tem que ser feita, pois jamais tenho dúvidas que a pandemia terá enormes consequências nas receitas das autarquias. E é precisa uma estudo ponderada a respeito de isso. Nunca vou estar presentemente a realizar demagogia, que vou descer o IMI para o marco mínimo. Posteriormente temos a tributo de tarefa do subsolo que é a mais rostro do Nação. Consequência de decisões erradas, porém esta Reunião igualmente jamais foi apto. A atenuação que fez continua a ser bem parco, e continua a coimar as micro e medias empresas e igualmente os consumidores domésticos. Posteriormente temos a 12ª factura, de chuva, limpeza e resíduos, mais rostro do Nação. E o limpeza em subida mais dispendioso do Nação. Pesa 56 por cento na factura do valimento em baixa.

O que pretendem logo realizar nesse chã?

A reduto de gastos, em termos de limpeza, ou seja, os rendimentos superam os gastos em 163 por cento. Há uma banda excessivo para expor à empresa Águas da Montanha que o valimento do limpeza tem que descer. E já. E mesmo no fornecimento de chuva, da dever da Águas da Covilhã, a reduto de gastos é de 136 por cento. A ERSAR recomenda entre 110 e 120, então quer na chuva, quer no limpeza, há bem banda para compendiar o valimento. Isto sem a remunicipalização do sector, que nós defendemos deve estar em alto da secretária. E já devia estar a ser refeito. Há contas que já deviam estar feitas, perceber se há ou jamais condições de restaurar os 49 por cento aos privados, descer a factura da chuva e assumir a total do imprescindível.

Nunca tem havido arbítrio de realizar isso?

Nunca vou estar a realizar demagogia. São muitos milhões de euros em princípio. Contratos leoninos e ruinosos, sobretudo para o público, que jamais se resolvem de hoje para amanhã, porém a autonomia tem que se alinhavar, conceber único fundo para recompra dessas acções e alinhavar isso. No limpeza, a mesma coisa, a recompra dessas acções tem que estar em alto da secretária. Na nossa perspectiva, mesmo resgatando e pagando milhões, há benefícios claros para o tesouro público e, sobretudo, para os consumidores.

“PS jamais mereceu maioria absoluta”

Porquê olham para os últimos quatro anos da Covilhã?

Falamos dos quatro, embora esta Reunião já além esteja há oito anos. O PS ganhou a autonomia, há quatro anos, com maioria absoluta e acho que até eles ficaram surpreendidos. Ou jamais. Nos últimos dias, toda a gente percebeu que o Carlos Pinto ia obsequiar contributo peremptório para a maioria absoluta do PS, na minha perspectiva, o que aconteceu. O jura profíquo funcionou no PS. Actualmente, é temporada das pessoas se perguntarem se esse jura profíquo valeu a penalidade. Para nós, jamais. O PS jamais mereceu essa maioria absoluta e chegados a esta fundura, jamais merece mantê-la.

Contudo foi tudo negativo?

Foi tudo doença completado? Meta que jamais, igualmente houve coisas positivas que foram feitas, que se devem sustentar. O investimento completado na rede de chuva e limpeza é um pouco que está a ser apoiado completado, sim. Deve ser a prioridade em turno da barragem, pois ainda temos 24 por cento de perdas de chuva, que devem ser reduzidas. O Teatro Municipal vai por fim ser devolvido à cidade e ao concelho, e cá a apreciação que fazemos é ao especial regulamento e à ausência de colóquio entre a equipa abonador e os agentes culturais. Isso igualmente resulta, na minha óptica, da ausência de uma estratégia cultural, que é rigoroso contestar com os agentes e com a geração do recomendação municipal da artes. O Teatro deve apoiar, sobretudo, criadores locais, e contribuir para que o concelho seja uma menção cultural na província.

“Desabrigo do concelho é patente”

E mais?

Qualquer investimento completado, porém através de fundos comunitários que havia, candidatando projectos. Contudo o desarrimo do concelho é patente. Vou ao Sobral, vou a Verdelhos, e o investimento é mínimo. No 2020, a Covilhã conseguiu mais de 12 milhões de euros, porém 77 por cento desse investimento, foi completado cá. Na cidade. E por isso o concelho jamais é testemunhado de feitio integrada.

A Reunião avalancha muita turno às dificuldades deixadas pela dívida. Partilham dessa crítica?

Houve decisões que pesam ao comprido de vários mandatos e continuam a condicionar a execução de obras. Contudo jamais podemos permanecer eternamente a mirar para a dívida, e mostrar isso uma vez que desculpa para jamais possuir uma estratégia, jamais continuar. Há banda na Reunião para desviar isso. Há bem despesismo, por exemplo. A Reunião continua a realizar obtenção de trabalhos quando tem meios próprios, que deve rentabilizar, que pode realizar o que continua a adquirir além de. Posteriormente, decisões de contratação que, para nós, são estranhas, fazem pouco interpretação. Decisões de contratação de privado igualmente elas estranhas, com desinvestimento no sector trabalhador. Na asseio de ruas, por exemplo. Isso é ausência de meios. A pirâmide continua a inverter-se, e aposta-se sobretudo na qualidade técnica, porém desinveste-se na qualidade operacional. São prioridades que devem ser invertidas. A Reunião tem que possuir maior qualidade de governo directa. Ela é agenciador de propagação lugar, promove a economia lugar, isso é sim, porém jamais pode apostatar dos seus meios.

“A CDU faz ausência na Reunião”

Há quatro anos, a CDU perdeu o edil que tinha na Reunião e único congressista municipal. É realizável nestas eleições inverter esse produto e revir a possuir representatividade na autonomia?

O objetivo necessário é perceber mais mandatos, mais votos, mais condições para advogar os direitos da população, e contribuir para único concelho mais coeso. O pintura político é mudado de há quatro anos, porém tem ainda algumas similitudes. A dextra aparece fragmentada e apesar de ser aliança CDS/PSD, temos outro candidato à dextra, das quais o solicitador é o hodierno edil do Deslocação De Hodierno Covilhã. Achamos que quadra principal revir à Reunião, acreditamos existirem condições para isso, vamos tudo realizar para isso. Acreditamos que a população percebeu que a CDU fez ausência na Reunião nestes quatro anos, onde jamais existiu objecção.

Nunca?

A Carlos Pinto ou Adolfo Mesquita Único, alguém os viu na Covilhã, no bairro do património, na briga contra as portagens, contíguo dos trabalhadores das Minas da Panasqueira, afinal, na resguardo de melhores transportes, na chuva… Ninguém os viu. Nunca houve objecção na Reunião. Esta jamais tem de ser necessariamente “bota aquém”. Tem que ser apreciação, porém igualmente construtiva, continuar com soluções, mesmo sendo minoria. Isso jamais aconteceu estes quatro anos. Os interesses das populações jamais estiveram presentes porque jamais houve eleitos da CDU.

O meta é qual?

Seleccionar. Nunca vamos expor que vamos lucrar a Reunião, que é único cenário irrealista. Há quatro anos estivemos mais distanciado disso, jamais elegemos o edil. Único benigno produto será acrescentar a sufrágio e, juntando o profíquo ao aprazível, perceber representação no executivo camarário. E substanciar o peso na Junta Municipal, porém igualmente nas freguesias, pois nós olhamos para todas, apesar de jamais conseguirmos surgir a todas em termos de candidatura, embora tenhamos uma representatividade assinalável.

Perfil

Jorge Fael tem 51 anos, é sociólogo e inato da Covilhã, uma cidade onde, diz, está quase continuamente lembrança e se apercebe dos problemas que existem. É membro do PCP, integra a Junta de Freguesia da Adjecção de Freguesias de Covilhã e Canhoso e desempenha igualmente funções no Sindicato Vernáculo dos Trabalhadores da Gestão Lugar e Regional, sendo igualmente presidente da reunião “Agua pública”.

Manancial: https://noticiasdacovilha.pt/temos-pelourinho-a-mais-e-freguesias-a-menos/

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