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Atleta corre com colete à prova de bala em protesto contra racismo no RJ - Mundo News
3 de Abril, 2025

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Atleta corre com colete à prova de bala em protesto contra racismo no RJ

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Em protesto contra o racismo no esporte, o corredor preto Weslley Caitano, de 29 anos, vestiu o símbolo da campanha. O atleta corre a 7ª edição...

Weslley Caitano, atleta internacional, corre usando colete à prova de bala, em Niterói, no Rio, na campanha de combate ao racismo no esporte. A peça é meramente cenográfica. Apenas para chamar a atenção. Foto: @almapreta

Em protesto contra o racismo no esporte, o galeria preto Weslley Caitano, de 29 anos, vestiu o símbolo da campanha. O desportista corre a 7ª edição da Corrida do Túnel (Charitas-Cafubá), em Niterói, RJ, com um colete cenográfico à prova de projéctil.

Foi a forma encontrada pela organização não governamental Espírito Preta para alertar contra a discriminação dos atletas pretos. Desportista com dez anos de curso foi criado na comunidade do Fallet, no Rio.

“Hoje participo desse projeto em que tento, da minha maneira, e com meu prova e história de vida, colaborar, pelo menos um pouco, para mudar tudo isso de ruim que acontece em nossa sociedade”, ressaltou.

Recurso visual de alerta

O colete usado por Weslley foi exclusivamente um símbolo para promover impacto e mostrar a vulnerabilidade que as pessoas negras sentem e invocar a atenção para o racismo que enfrentam.

O projeto batizado de “Galeria em Risco” procura mobilizar a sociedade para se engajar nessa razão e buscar medidas efetivas que permitam a qualquer pessoa negra praticar esportes sem se preocupar com o preconceito e ameaças à sua segurança.

“É urgente pensarmos em ações de informação impactantes, que causem um incômodo nas pessoas e façam uma transformação transversal na luta antirracista”, comenta Elaine Silva, sócia-diretora da Alma Preta.

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Atletas pretos

De negócio com a ONG Espírito Preta, uma pesquisa da Brand Inclusion Índice 2024 mostra que 61% dos pretos e pardos sofreram discriminação racial no mundo.

A ONG Espírito Preta vai fazer uma série de ações ao longo do ano para manter o tema em debate e mostrar a premência de combate ao racismo.

A Espírito Preta e os responsáveis pela realização dessa ação afirmaram que o colete usado é uma peça meramente cenográfica, utilizada porquê recurso visual para promover estranheza e invocar a atenção.

Pesquisa, divulgada pela ONG Alma Preta, revela que 61% dos atletas pretos sofreram discriminação racial. Vini Jr e Rayan, jogadores de futebol, estão entre eles. Foto: @vinijr/@rayan Pesquisa, divulgada pela ONG Espírito Preta, revela que 61% dos atletas pretos sofreram discriminação racial. Vini Jr e Rayan, jogadores de futebol, estão entre eles. Foto: @vinijr/@rayan

Weslley Martins, desportista preto, correu com o colete à prova de balas porquê protesto:

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