Exame de DNA inocenta homem preso há 30 anos por assassinato
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Depois 30 anos de espera, um vistoria de DNA inocenta um varão que passou quase 3 décadas na ergástulo por um transgressão que não cometeu. Ele sempre repetia isso, mas ninguém acreditava. Agora, finalmente, ele está em liberdade.
Gordon Cordeiro, de 51 anos, do Havaí, nos Estados Unidos, mal podia confiar, em seguida ter perdido toda a juventude detrás das grades. Ele foi réu de fuzilar, nos anos de 1990, Tim Baisdell durante um concórdia de tráfico de drogas que virou assalto na ilhéu de Maui. Ele enfrentou dois julgamentos, em 1994 e foi sentenciado à prisão perpétua injustamente.
A ong Hawaiian Innocence Project, que defende pessoas inocentes lutou pela liberdade de Gordon e conseguiu depois de um pedido de vistoria mais detalhado das evidências encontradas no dia do transgressão. Foi aí que o DNA encontrado em um bilhete que estava no bolso da vítima ajudou a esclarecer a real autoria do transgressão.
Muitas lágrimas
No dia em que a juíza Kristin Hammam ordenou a libertação de Gordon, muitos que estavam no tribunal, que estava lotado, ficaram emocionados.
“Ele chorou, todos nós choramos”, disse Kenneth Lawson, codiretor do Hawaii Innocence Project, à CBS News. “Depois de passar por dois julgamentos, você perde a fé no sistema de justiça. Ouvir finalmente um juiz expressar: ‘Estou anulando suas condenações’, foi quando ele caiu na real.”
Kenneth disse que houve falhas graves e má fé, desde o início das investigações, causando um “pesadelo de mais de 30 anos” a Gordon. Para ele, também houve erro do judiciário.
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Primeiro libido
Agora em liberdade, Gordon disse que tem um libido em privativo: visitar o túmulo da mãe, em Makawo, no Havaí.
A mãe de Gordon morreu dias antes de ele ser recluso. Ela tinha exclusivamente 49 anos.
Imagina a dor dessa família durante todo esse tempo.
Gordon não informou quando vai entrar na justiça para exigir a indenização que merece por essas décadas de injustiça.
Uma ong que defende pessoas, presas injustamente, que conseguiu a liberdade de Gordon. Ele se emocionou quando a juíza leu a sentença. Foto: The Guardian